Todos os dias, praticamente, vemos as mesmas pessoas, comentamos os mesmos assuntos, lemos os clichês de sempre, atravessamos as mesmas ruas e nos cumprimentamos e despedimos na certeza de que amanhã será igual. Mas, dificilmente, passa na nossa cabeça que um dia a mais, pode ser o último. E quando menos se espera, o que era sempre presente, se vai... Se vai em partes, afinal, não leva as lembranças, não leva tudo o que foi compartilhado, não leva abraços, sorrisos e lágrimas, mas deixa a dor. E será que a gente fez tudo o que deveria? E será que a incerteza, o medo, conformismo e a indiferença foram mesmo a melhor escolha? E será que aquilo que a gente queria dizer, na tentativa de traduzir em letras o que é alma, foi dito? Se uma das suas respostas for não, corra atrás. Mesmo que o orgulho grite, que o coração exploda e o corpo impeça. O que importa é ser intenso, ainda que não seja tanto quanto o coração acelerado, a respiração forte e as pernas trêmulas, mas seja. Nenhum dia é igual ao outro, podemos atravessar a mesma rua e perceber algo que antes não enxergávamos. Pode tudo continuar como está, mas nosso olhar mudar sobre as circunstâncias. Reside aí a sabedoria, reinventar um dia que praticamente realizamos as mesmas tarefas, aprender a ver sempre além e assim vamos evoluindo e ajudando outras pessoas a evoluir também. É como dizem: "Sonhe como se fosse viver para sempre, viva como se fosse morrer amanhã."
Sorte daqueles que vivem com os riscos, com o perigo, com o prazer e o exagero. Porque tudo que é pouco, não marca, não preenche, não tráz satisfação e nem vontade de repetir.
Xoxo, @BitchSerena

Tá errado bitch,é traZ do verbo trazer, portanto é com z e não s linda (:
ResponderExcluirSorte daqueles que vivem com os riscos, com o perigo, com o prazer e o exagero. Porque tudo que é pouco, não marca, não preenche, não traz satisfação e nem vontade de repetir./Ameiii, beijos
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